Segundo dados do BAD, as imagens aéreas recolhidas são convertidas em mapas digitais, que servem de apoio às equipas de resgate, à avaliação de danos e à monitoria contínua de zonas consideradas de alto risco.
De acordo com uma fonte do BAD, citada pelo jornal Domingo, estas acções enquadram-se no Projecto de Gestão de Desastres com Drones (PGDD), lançado em Abril pelo Governo de Moçambique, pelo BAD e pelo Busan Techno Park (BTP). No âmbito do projecto foi criado um centro de formação em drones no país e implementado um sistema de monitoria e resposta de emergência em cinco zonas propensas a inundações.
A mesma fonte explicou que a actual intervenção de emergência foi solicitada pelo Governo moçambicano, apesar de o plano inicial prever o arranque desta fase apenas em Março de 2026. Refere ainda que, esta semana, uma equipa de resposta composta por técnicos do Governo e especialistas coreanos iniciou missões com drones na província de Gaza, abrangendo distritos como Chókwè e Guijá, com o objectivo de localizar residentes isolados e transmitir as suas coordenadas em tempo real aos centros de coordenação de emergência.
De acordo com as autoridades, as cheias e inundações que afectaram o país entre 9 e 26 de Janeiro atingiram mais de 692 mil pessoas, provocaram 12 óbitos e danificaram mais de 1.300 quilómetros de estradas, situação que levou ao adiamento do início do ano lectivo para 27 de Fevereiro.

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