Na carta, Lula destacou a sensibilidade do poema de Mia Couto, declamado por Luara Cruz, classificando o momento como inesquecível. O chefe de Estado brasileiro sublinhou ainda a força simbólica da mensagem, que evoca a união entre povos separados por fronteiras e oceanos, mas ligados por uma mesma humanidade.
Lula reafirmou os laços históricos e afectivos entre o Brasil, Moçambique e África, ampliando-os a uma dimensão universal, defendendo a construção de um mundo mais solidário e inclusivo.
Na mesma mensagem, o Presidente brasileiro apelou aos líderes mundiais para que priorizem a luta contra a fome, a pobreza e a desigualdade, que considerou a única “guerra” legítima.
Por sua vez, os editores da obra de Mia Couto e a instituição cultural moçambicana signatária da nota manifestaram honra e orgulho pelo reconhecimento internacional atribuído ao escritor, considerando-o um marco para a valorização da cultura e da literatura de Moçambique.

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