A Administração Trump apresentou, em Setembro, a “Estratégia Global de Saúde — América Primeiro”, uma nova abordagem à cooperação internacional que pretende reforçar a capacidade dos países parceiros para prevenir, detectar e responder a ameaças à saúde pública.
Segundo o documento oficial, a prioridade passa por reduzir dependências externas, investir em infraestruturas de saúde locais e fortalecer mecanismos de vigilância e resposta a epidemias.
Acordos com países africanos somam milhares de milhões de dólares
- Nigéria – Valor de negócio: US$ 5,1 biliões
- Quênia – Valor de negócio: $ 2,5 biliões
- Uganda – Valor de negócio: US$ 2,3 biliões
- Moçambique – Valor de negócio: $1.8 bilião
- Etiópia – Valor de negócio: US$ 1,5 bilião
- Camarões – Valor de negócio: $0,8 biliões
- Costa do Marfim – Valor de negócio: $0,5 biliões
- Botsuana – Valor de negócio: $0,5 biliões
- Lesoto – Valor de negócio: $0,4 biliões
- ESwatini – Valor de negócio: $0,2 biliões
- Ruanda – Valor de negócio: $0,2 biliões
- Libéria – Valor de negócio: $0,2 biliões
- Madagáscar – Valor de negócio: $0,2 biliões
- Serra Leoa – Valor de negócio: $0,2 biliões
“Cada acordo inclui referências claras, prazos rigorosos e consequências para o incumprimento, garantindo que a assistência dos EUA produz resultados contra ameaças de doenças prioritárias e reduz a dependência a longo prazo da assistência norte-americana”, afirmou o Departamento de Estado num comunicado.
Como parte desta estratégia, os Estados Unidos assinaram acordos de cooperação em saúde com vários países africanos, mobilizando recursos avaliados em cerca de 16 mil milhões de dólares através de diferentes programas de assistência, como USAID e iniciativas de combate a doenças infecciosas.
Os acordos abrangem áreas como:
-
fortalecimento de sistemas nacionais de saúde;
-
prevenção e resposta a epidemias;
-
acesso a medicamentos e vacinas;
-
formação de profissionais de saúde;
-
monitoria e vigilância epidemiológica.
Autoridades norte-americanas afirmam que o objetivo é criar sistemas sustentáveis, reduzindo o risco de crises sanitárias regionais se transformarem em ameaças globais.
Especialistas destacam avanços — mas pedem transparência
Analistas em saúde pública consideram que o reforço do financiamento pode trazer benefícios significativos, sobretudo em países com infraestrutura limitada.
Contudo, organizações internacionais defendem que é essencial garantir:
-
transparência na execução dos fundos;
-
participação dos governos locais;
-
continuidade dos programas independentemente de mudanças políticas.

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