A visita abrangeu os postos fixos de Incoluane (Gaza) e Nhongonhane (Maputo) e marcou, segundo o governante, uma viragem na abordagem do Estado à segurança rodoviária: além dos condutores, os próprios agentes fiscalizadores passam a estar sob escrutínio.
Mabote afirmou que o Executivo já não admite tolerância face a práticas irregulares associadas à fiscalização deficiente. Estão na mira comp
ortamentos como transporte por condutores sem carta compatível, circulação de viaturas não licenciadas, condução sob efeito de álcool e excesso de velocidade.
“A nova abordagem inclui, de forma clara, a fiscalização do fiscal”, sublinhou, alertando que os agentes que não cumprirem a sua missão serão responsabilizados.
Tacógrafos para reduzir falhas humanas
No mesmo contexto, o governante anunciou a introdução de um sistema de monitoria digital para viaturas de transporte de passageiros e carga, baseado no uso de tacógrafos. A tecnologia permitirá rastrear veículos e recolher dados como velocidade, tempo de condução e trajectos, reduzindo a intervenção humana e aumentando a transparência e responsabilização.
A aposta surge como resposta às limitações do modelo actual de fiscalização, frequentemente apontado como vulnerável a falhas e práticas desviantes. fiscalização rodoviária, acidentes de viação, INATRO, tacógrafo, segurança rodoviária, N1, Ministério dos Transportes, responsabilização de agentes.
Reformas no sistema de cartas de condução
Questionado sobre a morosidade na certificação de condutores — exames e emissão de cartas — Mabote reconheceu constrangimentos e a insatisfação dos utentes. Garantiu, contudo, que está em fase avançada um novo sistema integrado de gestão dos transportes, que abrangerá carta de condução, registo e licenciamento de viaturas.
Questionado sobre a morosidade na certificação de condutores — exames e emissão de cartas — Mabote reconheceu constrangimentos e a insatisfação dos utentes. Garantiu, contudo, que está em fase avançada um novo sistema integrado de gestão dos transportes, que abrangerá carta de condução, registo e licenciamento de viaturas.Enquanto a solução estrutural não entra em funcionamento, foram dadas instruções ao INATRO para estabilizar os sistemas actuais e mitigar os problemas mais urgentes.
O Governo afirma estar a acompanhar de perto o processo e manifesta confiança em melhorias a curto prazo. No conjunto, as medidas representam uma tentativa de resposta mais firme e sistémica aos desafios da segurança rodoviária, num cenário em que os acidentes continuam a gerar elevadas perdas humanas e económicas no país. fiscalização rodoviária, acidentes de viação, INATRO, tacógrafo, segurança rodoviária, N1, Ministério dos Transportes, responsabilização de agentes.

Postar um comentário
Postar um comentário